
“Não traga Beyoncé para Trinidad e Tobago agora.”
Esse é o grito de festa dos promotores de show no carnaval, bem como ecretário-geral da Organização, que esta convidando também o “CEO” (Diretor Geral) da TSTT empresa que quer levar Beyoncé para o País, Roberto Peon, para explicar o qual é a intenção da empresa para Carnaval 2010? e porque trazer o concerto com Beyoncé imediatamente após Carnaval.
Os interessados têm até hoje entregar uma petição ao Peon solicitando uma reunião com ele, assinado por, entre outros, o promotor Frank Martineau, mas bandleaders Big Mike Antoine e Ronnie MacIntosh, secretário-geral da Organização lutalo' Masimba e ex-“CEO” (Diretor Geral) da Caribe Prestige Fundação o Gregório Fernandes, que está encabeçando o movimento para garantir a sitdown.
"Nós queremos discutir com TSTT a posição que tomaram a apresentar Beyoncé no concerto assim logo depois do Carnaval e sua decisão de cortar e até mesmo puxar o patrocínio de eventos do Carnaval. TSTT contribuiu grandemente para o Carnaval ao longo dos anos e este é um movimento de surpresa. Queremos saber qual é o seu compromisso com o carnaval”, disse Fernandes.
Fernandes também disse que acredita que o custo de produção de US $ 10 milhões para o concerto, como citado nos meios de comunicação a ser menor do que o custo real de um evento como esse deveria ser. Fernandes explicou que não custa muito para produzir o Soca Monarch. De modo que quando um piloto acrescenta Beyoncé contrato (despesas e outras solicitações) e os custos para preparar o palco para o concerto está olhando para um custo final de possivelmente 30 milhões de dólares, acrescentou.
"Eles terão de preparar o local para acomodar os mais de 25.000 pessoas. Não temos nada contra a Beyoncé. Estamos apenas dizendo que é insensível ao trazê-la neste momento. Ela vai afetar todas as partes interessadas Carnaval, porque você sabe que não é apenas um caso de pessoas abandonando festas e shows para comprar bilhetes. E aqueles que dependem de Carnaval para ganhar renda? TSTT precisa dar respostas à fraternidade cultural”, disse Fernandes.
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