Seu nome não é somente reconhecido mundialmente, ele faz celebridades virarem fãs e a mídia se tornarem seus melhores amigos.Beyoncé Giselle Knowles é um nome que representa tudo de melhor que há, então porque tantas ‘sisters’ escolheram odiá-la?
Não foi Beyoncé, uma mulher negra, que recentemente se tornou a única artista pop a desbancar no top 10 da Forbes na lista das 20 celebridades de Hollywood que mais faturaram em 2010? Você não pode esquecer que mês passado o seu DVD “I Am… World Tour” foi plantina duplo num ano que nem os álbuns dos mais populares artistas foram sequer Ouro… a mesma mulher que está no Guinness Book de 2011, do lado de seu marido, como o “Casal que mais fatura”.
Em fevereiro ela quebrou outro recorde, quando varreu a cerimônia do Grammy levando um total de 6 prêmios, e no mesmo mês entrou para a indústria de bens de luxo vendendo 3 milhões de dólares da sua fragrância “Heat”.
Sem parecer um stan (stalker+fan), eu posso continuar. Nos últimos 15 anos, Beyoncé aperfeiçoou e dominou sua arte. Esse é o motivo do porque eu estou perplexo que tantas mulheres, incluindo mulheres negras, (julgando pelos comentários no Twitter, Facebook e até no Essence.com) encontraram alegria dispensando os comentários mais sarcásticos a tudo, até mesmo aqueles que remotamente tem a ver com a cantora. Desde seu primeiro álbum, algumas de nossas ‘sisters’ fizeram de odiar Beyoncé seu passatempo cultural favorito. Tudo, desde “ela é superestimada”, “se ela ficar mais magra ela vai desaparecer”, até “não passa um dia sem o Essence falar sobre Beyoncé”.
Então, aqui estou eu, falando sobre Beyoncé de novo, porque não reconhecer Beyoncé como uma força cultural inegável é um absrudo. Nesse ponto não há nenhum argumento válido para apoiar a crença de que ela não é. Por quanto tempo as pessoas vão guardar esse ressentimento contra essa mulher porque ela deixou o Destiny’s Child... cinco anos atrás? Antes de reclamar sobre Beyoncé ter “abandonado” seu grupo, pergunte para você mesmo quando foi a última vez que você (legalmente) baixou uma música da Kelly Rowland, ou comprou um álbum da Michelle Williams? Alguns dizem que ela está superestimada e em toda parte, mas isso é o que acontece quando você mexe seu ambicioso traseiro e está sempre se esforçando por mais.
Se fosse deixado para alguns comentaristas de mulheres negras, Beyoncé – ou como ela é não tão carinhosamente chamada, “Stankyonce” (Podreoncé) – seria considerada sem talento. Algumas queixas incluem o habitual, “ela não pode atuar ou cantar, ela é falsa e sexy demais, ela não tem classe suficiente”. Ódio, ódio, e mais ódio. Pare com isso. O comentário tornou-se apaixonadamente irritante, você até acharia que Beyoncé fez algo pessoal pra alguma dessas mulheres.
Você pode chamá-la de todo nome que estiver no livro quando ela está mexendo aquilo e mostrando aquilo por todo o palco, mas Beyoncé é paga pra entreter, e é isso que ela faz e muito bem. Minha teoria é que mulheres confiantes amam e apoiam outras mulheres confiantes, e aquelas que não tem confiança – odeiam.
Beyoncé representa as mulheres negras trabalhando duro para alcançar sucesso e atingir seus objetivos. Ela é uma bad mama jama(mulher cujo o corpo é perfeito em todas as dimensões) que conquistou o negócio da música com uma imagem imaculada. Fazendo seus próprios fins, sem ter que abrir as pernas para qualquer um além de seu realizado marido. Ela flutua por ambas as mídias Negra e Branca, exalando sensualidade, justapostas por sua própria graça e humildade. Algumas mulheres não sabem o que fazer com Bey, mas invejam, porque olhando para ela se lembram de suas próprias inseguranças. Beyoncé tem derrubado os estereótipos, estabeleceu novos padrões, e acima de tudo, redefiniu o que uma mulher negra pode ser.

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